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Apurinã Bits & Pieces

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5 abril, Terra, Polícia apura gravidez de índia de 9 anos em Manaus, (Fonte).
5 abril, Estado, Menina de 9 anos está grávida de 5 meses, (Fonte).
4 maio, Folha, PF investiga estupro de índia surda-muda de 9 anos, (Fonte).
3 julho, Yahoo, Indígena de 9 anos dará à luz nesta semana no AM, (Fonte).
4 julho, Terra, Índia de 9 anos dará à luz nesta semana no Amazonas, (Fonte).
4 julho, O Povo, Índia de nove anos será mãe no Amazonas, (Fonte).
4 julho, Biblioteca Virtual em Saúde, Indígena De 9 Anos Será Mãe, (Fonte).
4 julho, Estadao, MP investiga suspeita de estupro de índia de 9 anos, (Fonte).
6 julho, Estadao, Garota indígena de nove anos dá à luz em Manaus, (Fonte).
6 julho, Prefeitura de Manaus, Notícias de Maternidade Moura Tapajoz, (Fonte).
7 julho, Amazônia, Indiazinha de 9 anos de idade dá à luz no Amazonas, (Fonte).
7 julho, Folha, Índia de 9 anos dá à luz uma menina em Manaus, (Fonte).
7 julho, Gazeta do Povo, Menina índia de 9 anos tem bebê em Manaus, (Fonte).


5 abril, Terra, Polícia apura gravidez de índia de 9 anos em Manaus, (Voltar).

A Polícia Federal foi acionada ontem pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) do Amazonas para investigar um suposto crime de abuso sexual contra uma índia deficiente auditiva da etnia apurinã. Com nove anos de idade, a menina está grávida de cinco meses. Não há pistas do agressor.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, faz 15 dias que a menina chegou a Manaus, vinda da aldeia Jatuarana, em Manacapuru, a 80 km ao sul da capital. Ela está internada na maternidade pública Moura Tapajós, se tratando ainda de uma malária.

Segundo a assistente social da organização não-governamental (ONG) Coiab, Kátia Lima, a violência aconteceu dentro da aldeia. A menina, que mora em uma casa com uma irmã de 15 anos, um cunhado e sobrinhos, foi encontrada com febre alta na aldeia por técnicos de enfermagem da ONG.


5 abril, Estado, Menina de 9 anos está grávida de 5 meses, (Voltar).

Liège Albuquerque

O Ministério Público Federal vai investigar o suposto estupro de uma garota da etnia apurinã, de 9 anos, que está grávida de cinco meses. A garota, órfã, mora com a irmã e o cunhado em uma comunidade, Jaturana, no município de Manacapuru, a 120 quilômetros de Manaus. Ela é deficiente auditiva e está internada desde quinta-feira em uma maternidade pública de Manaus com malária, pneumonia e anemia.

Segundo o superintendente regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) Francisco Ayres, a etnia tem como natural que garotas possam se casar e ter filhos se já menstruam, independentemente da idade. "Mas a menina não sabe dizer quem é o pai, tem dificuldades em se comunicar por causa da deficiência auditiva. Estava grávida na casa da irmã, e só depois que ficou doente é que isso foi descoberto", disse.

Ayres conta que quem descobriu a gravidez e encaminhou a garota à Funasa e ao hospital foram membros de um grupo de trabalho da Petrobrás que trabalha em comunidades ao longo da obra do gasoduto Coari-Manaus.

BONECA

De acordo com um membro desse grupo, a suspeita é de que o cunhado da menina, com quem ela mora, a tenha estuprado. Acompanhada da irmã casada, que tem 16 anos, a garota apurinã brinca na cama da enfermaria do hospital com uma boneca de cabelos loiros.



4 maio, Folha, PF investiga estupro de índia surda-muda de 9 anos, (Voltar).

Kátia Brasil da Agência Folha, em Manaus

Uma índia apurinã de 9 anos, que está grávida, terá o parto antecipado por uma cesariana. O bebê, do sexo feminino, nascerá entre os dias 14 e 21 de junho, quando a menina estará com oito meses de gravidez.

A garota foi violentada na aldeia Jatuarana, em Manacapuru (84 km ao sul de Manaus), e não sabe indicar o autor porque é surda e muda. A Polícia Federal investiga o abuso sexual a pedido da Funasa (Fundação Nacional de Saúde).

O caso foi descoberto em abril quando a menina, com febre alta, foi encontrada na aldeia por técnicos de enfermagem da organização não-governamental Coiab (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira). Na aldeia, ela morava em uma casa com uma irmã de 15 anos, um cunhado e sobrinhos. Estava com pneumonia e malária.

Trazida para Manaus, a menina é tratada na maternidade municipal Moura Tapajós. Segundo a diretora da unidade, Cristiane Marie Rodrigues da Costa, 33, o quadro de saúde dela é estável, tendo curado a pneumonia e a malária. Com pouco mais de 1m30 de altura e 40 quilos, a menina não suportaria uma gestação até os nove meses, diz a médica.

"Se ela não apresentar nenhum quadro de hipertensão, vamos fazer uma cesariana aos oito meses de gestação para não colocar em risco a vida dela e a do bebê."

Na maternidade, a garota é atendida por uma equipe de 15 profissionais, incluindo três psicólogos. Passa a maior parte do tempo brincando com bonecas em companhia de uma irmã, de 16 anos.

Violência

A Coiab, maior organização indígena do país, não trata o caso como violência sexual e sim como questão cultural. A partir da primeira menstruação, a menina apurinã estaria apta a manter relações sexuais. "A gravidez da menina apurinã não é tratada como um crime, é tratada como um rito cultural, elas engravidam cedo", disse Ana Lúcia Salazar, coordenadora de saúde da Coiab.

Mas esse não seria o caso da menina, segundo a Funasa. "Entendemos que houve crime e pedimos uma investigação e esperamos que a Polícia Federal encontre o agressor e o prenda. O Estatuto da Criança e do Adolescente vale para os índios também", afirmou o coordenador da Funasa do Amazonas, Francisco Aires.

Na aldeia Jutuarana, moram 35 pessoas distribuídas em cinco casas de madeira, todos parentes da menina apurinã. A terra de 5.000 hectares está homologada. O lugar fica a uma hora e meia de voadeira (canoa com motor de popa) pelo rio Manacapuru.

O grupo, que fala a língua aruaque, é originário da região do médio Purus, na qual estão espalhados os outros apurinãs. A população total no Amazonas e Rondônia é de 4.087 índios (dado da Funasa).

O único estudo sobre a etnia é da antropóloga da Unicamp Juliana Schiel. Segunda ela, os apurinãs da região de Pauini (AM) explicaram que o povo é dividido em duas nações. O casamento correto é entre as nações, "pois casar dentro da mesma nação é o mesmo que casar entre irmãos".



3 julho, Yahoo, Indígena de 9 anos dará à luz nesta semana no AM, (Voltar).
Agência Estado

Uma garota indígena da etnia apurinã, de 9 anos, deve dar à luz uma menina na sexta-feira, em uma maternidade em Manaus. Ela está internada há três meses porque tinha com malária falciparum, anemia, pneumonia e também por se tratar de uma gravidez considerada de altíssimo de risco, dada a idade da paciente.

Será realizada uma cesariana porque, segundo a diretora clínica da maternidade, Christiane Rodrigues Marie, a garota já está completando 37 semanas de gestação. "A mãe é muito pequena e magra, embora saudável, sem as doenças que tinha quando foi internada. Mas o corpo dela não agüenta mais o peso da barriga e o bebê já está pronto para nascer", disse a médica. Ela considera um "milagre" o fato de a indígena ter conseguido levar a gravidez em frente.

A garota, órfã, mora com a irmã e o cunhado na comunidade Jaturana, no município de Manacapuru, 120 quilômetros distante de Manaus. Ao ser internada, em abril, acreditava-se que fosse deficiente auditiva. "Ela tinha um tampão de cera no ouvido, descoberto em uma audiometria. Agora ela ouve e fala relativamente bem", disse Christiane.

Quando foi descoberta, a gravidez já estava no quinto mês. Por tratar-se de uma indígena e menor de idade, o Ministério Público e a Polícia Federal (PF) deram início a investigações. Há suspeitas que a garota tenha sido estuprada.

De acordo com a PF, várias pessoas da comunidade foram entrevistadas e o inquérito está em andamento. A polícia deverá colher o DNA da criança assim que nascer, para investigar o parentesco com suspeitos. O procurador que trata do caso no Ministério Público Federal está em férias.

Segundo o superintendente regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Francisco Ayres, é natural para a etnia apurinã que garotas casem e tenham filhos quando já menstruam, independentemente da idade. Neste caso, no entanto, o pai não se revelou. Ayres relatou que quem descobriu a gravidez e encaminhou a garota à Funasa e ao hospital foram membros de um grupo de trabalho da Petrobrás que trabalha em comunidades próximas da obra do gasoduto Coari-Manaus.



4 julho, Terra, Índia de 9 anos dará à luz nesta semana no Amazonas, (Voltar).

Uma índia de 9 anos da etnia apurinã deve dar à luz uma menina na sexta-feira, em uma maternidade em Manaus, no Amazonas. Ela está internada há três meses porque tinha malária falciparum, anemia, pneumonia e também por se tratar de uma gravidez considerada de altíssimo de risco devido à idade da menina.

De acordo com o Correio Braziliense, será realizada uma cesariana porque a garota é muito pequena e magra, embora saudável, sem as doenças que tinha quando foi internada. Mas o corpo dela não agüenta mais o peso da barriga e o bebê já está pronto para nascer.

A garota, órfã, mora com a irmã e o cunhado na comunidade Jaturana, no município de Manacapuru, 120 km de Manaus. Ao ser internada, em abril, acreditava-se que fosse deficiente auditiva. No entanto, em uma audiometria descobiu-se que tinha um tampão de cera no ouvido. Agora ela ouve e fala relativamente bem.

Quando foi descoberta, a gravidez já estava no quinto mês. Por tratar-se de uma indígena e menor de idade, o Ministério Público e a Polícia Federal (PF) deram início a investigações. Há suspeitas que a garota tenha sido estuprada.



4 julho, O Povo, Índia de nove anos será mãe no Amazonas, (Voltar).
Liege Albuquerque da Agência Estado

Uma garota indígena da etnia Apurinã, de nove anos de idade, deve dar à luz na próxima sexta-feira em uma maternidade em Manaus. A garota, grávida de uma menina, está internada há três meses, acometida de malária, anemia e pneumonia, e por se tratar de gravidez considerada de altíssimo de risco pela idade da paciente. Segundo a diretora-clínica da maternidade, Christiane Rodrigues Marie, a cesariana será realizada porque a garota estará completando 37 semanas de gestação.

"A mãe é muito pequena, magra, embora esteja saudável, sem as doenças com as quais foi internada. Mas o corpo dela não agüenta mais o peso da barriga e o bebê já está pronto para nascer", disse a médica, considerando um milagre o fato de a garota ter conseguido levar à frente a gravidez de altíssimo risco.

A garota, órfã, mora com a irmã e o cunhado na comunidade Jaturana, no município de Manacapuru, a 120 quilômetros de Manaus. Ao ser internada, em abril deste ano, acreditava-se que ela seria deficiente auditiva. "Ela tinha um tampão de cera no ouvido, o que foi descoberto em uma audiometria. Agora ela ouve e fala relativamente bem", disse Christiane.

Em abril, quando a gravidez foi descoberta, ela estava com aproximadamente cinco meses de gestação. Por se tratar de uma indígena e menor de idade, o Ministério Público e a Polícia Federal (PF) começaram a investigar. Há suspeitas que a garota possa ter sido estuprada.

De acordo com a assessoria da PF, várias pessoas da comunidade já foram entrevistadas e o inquérito está em andamento. Ainda segundo a assessoria, depois do parto, a Polícia deverá colher o DNA da criança para investigar o parentesco com suspeitos. O procurador que trata do caso no Ministério Público Federal está em férias.

Segundo o superintendente regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Francisco Ayres, a etnia tem como natural que garotas possam se casar e ter filhos se já menstruam, independentemente da idade. Mas, nesse caso, o pai não se revelou. Ayres relatou que quem descobriu a gravidez e encaminhou a garota à Funasa e ao hospital foram membros de um grupo de trabalho da Petrobras que trabalham em comunidades ao longo da obra do gasoduto Coari-Manaus.



4 julho, Biblioteca Virtual em Saúde, Indígena De 9 Anos Será Mãe, (Voltar).
Por: Antonio Celso da Costa Brandão em: Ter 04/07/2006, Fonte: Jornal de Brasília

Uma garota indígena da etnia apurinã, de 9 anos, deve dar à luz, na próxima sexta-feira, em uma maternidade em Manaus. A garota, grávida de uma menina, está internada há três meses porque estava com malária, anemia, pneumonia por tratar-se de gravidez considerada de altíssimo de risco pela idade da paciente. Segundo a diretora clínica da maternidade, Christiane Rodrigues Marie, a cesariana será realizada porque a garota estará completando 37 semanas de gestação. "A mãe é muito pequena, magra, embora esteja saudável, sem as doenças com as quais foi internada. Mas o corpo dela não agüenta mais o peso da barriga e o bebê já está pronto para nascer", disse a médica, afirmando considerar um "milagre" o fato de a garota ter conseguido levar à frente a gravidez de altíssimo risco. A menina, órfã, mora com a irmã e o cunhado na comunidade Jaturana, no Município de Manacapuru, a 120 quilômetros de Manaus. Ao ser internada, em abril deste ano, acreditava-se que ela seria deficiente auditiva. "Ela tinha um tampão de cera no ouvido, o que foi descoberto em uma audiometria. Agora ela ouve e fala relativamente bem", disse Christiane.

Possível Estupro - Em abril, quando a gravidez foi descoberta, ela estava com aproximadamente cinco meses de gestação. Por tratar-se de uma indígena e menor de idade, o Ministério Público e a Polícia Federal (PF) começaram a fazer investigações. Há suspeitas que a garota possa ter sido estuprada. De acordo com a assessoria da PF, várias pessoas da comunidade já foram entrevistadas e o inquérito está em andamento. Ainda segundo a assessoria, depois do parto a polícia deverá colher o DNA da criança para investigar o parentesco com suspeitos. O procurador que trata do caso no Ministério Público Federal está em férias. Segundo o superintendente regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) Francisco Ayres, a etnia tem como natural que garotas possam se casar e ter filhos se já menstruam, independentemente da idade (Agência Estado).



4 julho, Estadao, MP investiga suspeita de estupro de índia de 9 anos, (Voltar).

A garota apresenta defciência auditiva e está grávida de 5 meses, Liege Albuquerque


MANAUS - O Ministério Público Federal vai investigar o suposto estupro de uma garota da etnia apurinã, de nove anos, que está grávida de cinco meses, no município de Manacapuru, a 120 quilômetros de Manaus. A menina, órfã, mora com a irmã e o cunhado.

Ela é deficiente auditiva e está internada desde a última quinta-feira, 30 de março, em uma maternidade pública de Manaus com malária, pneumonia e anemia. Segundo o superintendente regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) Francisco Ayres, a etnia tem como regra que garotas possam se casar e ter filhos se já menstruam, independente da idade.

"Mas a menina não sabe dizer quem é o pai, tem dificuldades em se comunicar por causa da deficiência auditiva. Estava grávida na casa da irmã, e só depois que ficou doente é que foi revelada a gravidez", conta. Ayres conta que quem descobriu a gravidez e encaminhou a garota à Funasa e ao hospital foram membros de um grupo de trabalho da Petrobrás, que trabalha em comunidades ao longo da obra de um gasoduto na região.

De acordo com uma das pessoas que encaminhou a garota ao hospital, a suspeita é que o cunhado da menina, com quem ela mora, a tenha estuprado.



6 julho, Estadao, Garota indígena de nove anos dá à luz em Manaus, (Voltar).

Internada desde abril em uma maternidade de Manaus, a garota da etnia apurinã deu à luz a uma menina de 2,210 quilos e 42 centímetros, Liege Albuquerque


MANAUS - A garota indígena da etnia apurinã de 9 anos, internada desde abril em uma maternidade de Manaus, deu à luz a uma menina de 2,210 quilos e 42 centímetros no fim da tarde desta quarta-feira, 5. A cesariana, prevista para a sexta-feira, foi feita pela médica Christiane Rodrigues Marie porque a garota teve contrações e entrou em trabalho de parto.

"A situação em que a menina chegou aqui sugeria um prognóstico ruim, mas a gestação de altíssimo risco evoluiu de maneira excelente e nos impressionou também no parto", afirmou a médica. A gravidez completaria 38 semanas amanhã.

A mãe e o bebê ainda deverão permanecer na maternidade por um período de 30 a 45 dias, e, após este período, retornarão à sua comunidade de origem, a comunidade Jaturana, no município de Manacapuru, a 120 quilômetros de Manaus.

De acordo com nota da Fundação Nacional do Índio (Funai), depois desse período, a garota deverá ser encaminhada "aos cuidados da comunidade e do pai da criança". Em contato telefônico, a assessoria da Funai informou que um relatório de uma antropóloga ao Ministério Público Federal aponta um provável pai da criança.

A Polícia Federal, contudo, segundo sua assessoria, está investigando se a garota apurinã foi ou não estuprada. A etnia considera natural que meninas, possam ter relações sexuais após menstruarem, mas não é favorável ao estupro.

A garota grávida foi descoberta por uma equipe de trabalho do programa de Desenvolvimento Sustentável do Gasoduto Coari -Manaus, em abril. A menina tinha malária, pneumonia e anemia. Foi internada em Manaus, onde não falava e parecia não ouvir. Uma audiometria verificou que ela não ouvia por ter um tampão de cera nos ouvidos. Depois de descoberto que a garota não é surda-muda, ela deu depoimentos à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal.


6 julho, Prefeitura de Manaus, Notícias de Maternidade Moura Tapajoz, (Voltar).

A garota indígena da etnia Apurinã, de 09 anos, internada na Maternidade Municipal Moura Tapajoz desde 30 de março, deu à luz uma menina nesta quarta-feira (05). O parto aconteceu na Maternidade Moura Tapajoz, às 16h33, e foi conduzido pelas obstetras Christiane Marie Rodrigues da Costa, e Mônica Dantas, respectivamente diretora clínica e diretora geral da maternidade.

De acordo com Mônica Dantas, o parto estava inicialmente programado para ser realizado na sexta-feira (07), na Maternidade Balbina Mestrinho, devido à necessidade da disponibilização de um leito de UTI Materna, mas teve que ser antecipado, uma vez que a garota indígena começou a ter contrações e entrou em trabalho de parto.

"A situação em que a menina chegou aqui sugeria um prognóstico ruim, mas a gestação, que é de altíssimo risco, evoluiu de maneira excelente e nos impressionou", revelou Christiane Marie. Ainda segundo a médica, a índia Apurinã deu à luz, com 38 semanas, uma menina medindo 42 centímetros e pesando 2,210 kg.

"O bebê tem um excelente estado geral e é todo bem formado, mas nasceu com um peso relativamente baixo, tanto pelo tamanho da mãe (pouco mais de 1m30 de altura) quanto pelo quadro infeccioso que ela apresentou no primeiro e segundo trimestres de gravidez", observou Christiane.

A mãe e o bebê ainda deverão permanecer na maternidade por um período de 30 a 45 dias, e, após este período, retornarão à sua comunidade de origem. A diretora clínica ainda ressaltou a importância do envolvimento de todos os profissionais da Moura Tapajoz para o bom estado clínico da menina-mãe.

"Ela recebeu um tratamento especial e de excelência desde que chegou. Todos os profissionais - desde as diaristas, passando por enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, ao pessoal da cozinha - foram fundamentais no processo", concluiu a médica.

Histórico

A garota indígena foi violentada na aldeia Jatuarana, em Manacapuru (120 km ao sul de Manaus). O caso foi descoberto em março quando a menina, com febre alta, foi encontrada na aldeia por membros de um grupo de trabalho do programa de Desenvolvimento Sustentável do Gasoduto Coari - Manaus, que trabalham em comunidades ao longo da obra. Na aldeia, ela morava em uma casa com uma irmã de 16 anos, um cunhado e sobrinhos. Estava com anemia, pneumonia e malária.

Transferida para Manaus, a menina foi atendida primeiramente na Casa do Índio, mas foi, logo em seguida, encaminhada pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) à Maternidade Municipal Moura Tapajoz.

A partir de então, foi constituído um Grupo Interinstitucional composto pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS), Conselho de Desenvolvimento Humano (CDH), Secretaria de Estado de Assistência Social (SEAS), Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), COIAB, Fundação Estadual dos Povos Indígenas (FEPI), Ministério Público Federal (MPF), e a Maternidade Moura Tapajoz, cabendo a cada uma das instituições o cumprimento de seus papéis específicos.

Na aldeia Jatuarana moram 35 pessoas distribuídas em cinco casas de madeira, todos parentes da menina Apurinã. A terra de 5.000 hectares está homologada. O local fica a uma hora e meia de voadeira (canoa com motor de popa) pelo rio Manacapuru.

Informações: Marcella Normando
Assessoria de Imprensa - SEMSA
Telefones: 3236-8815
e-mail: marcella.normando@pmm.am.gov.br



7 julho, Amazônia, Indiazinha de 9 anos de idade dá à luz no Amazonas, (Voltar).
Local: São Paulo - SP, Fonte: O Estado de S.Paulo, Link: http://www.estado.com.br/

A garota indígena da etnia apurinã de 9 anos, internada desde abril em uma maternidade de Manaus, deu à luz ontem a uma menina de 2,210 quilos e 42 centímetros. A cesariana, prevista para a sexta-feira, foi antecipada pela médica Christiane Rodrigues Marie. A garota teve contrações e entrou em trabalho de parto.

"A situação em que a menina chegou aqui não era boa, mas a gestação de altíssimo risco evoluiu de maneira excelente", afirmou a médica. A gravidez completaria 38 semanas amanhã.

A mãe e a criança ainda deverão permanecer na maternidade por 30 a 45 dias. Depois, elas retornarão à comunidade Jaturana, no município de Manacapuru, a 120 quilômetros de Manaus.

De acordo com nota da Fundação Nacional do Índio (Funai), depois desse período, a garota deverá ser encaminhada "aos cuidados da comunidade e do pai da criança". Em contato telefônico, a assessoria da Funai informou que um relatório de uma antropóloga ao Ministério Público Federal aponta um provável pai da criança.

A Polícia Federal, contudo, segundo sua assessoria, está investigando se a garota apurinã foi ou não estuprada. A etnia considera natural que meninas, ao menstruarem, possam ter relações sexuais, mas não é favorável ao estupro.

A garota grávida foi descoberta por uma equipe de trabalho do programa de Desenvolvimento Sustentável do Gasoduto Coari-Manaus, em abril. A menina tinha malária, pneumonia e anemia. Foi internada em Manaus, onde não falava e parecia não ouvir. Uma audiometria verificou que ela não ouvia por ter um tampão de cera nos ouvidos.


7 julho, Folha, Índia de 9 anos dá à luz uma menina em Manaus, (Voltar).

Uma índia apurinã de 9 anos deu à luz uma menina às 16h33 de quarta-feira (5), na Maternidade Municipal Moura Tapajoz, em Manaus (AM). Ela sofreu abuso sexual, mas ainda não conseguiu indicar o autor do crime porque tem problemas de fala.

Inicialmente, o nascimento da criança estava previsto para ocorrer entre os últimos dias 14 e 21 de junho, porque os médicos temiam que a índia --que tem 1,3 m de altura e pesa 40 kg-- não suportasse uma gravidez de nove meses. O bebê nasceu na 38ª semana, com 42 cm e 2,210 kg.

Mãe e bebê deverão permanecer internados por um mês e, depois, voltarão à aldeia Jatuarana, em Manacapuru (84 km ao sul de Manaus).

O caso foi descoberto em abril quando a menina, com febre alta, foi encontrada na aldeia por técnicos de enfermagem da organização não-governamental Coiab (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira). Na aldeia, ela morava em uma casa com uma irmã de 15 anos, um cunhado e sobrinhos. Estava com pneumonia e malária.

Quando foi internada, os médicos diagnosticaram a índia como surda-muda. Depois, descobriu-se que ela não ouvia devido a um acúmulo de cera nos ouvidos. Os canais foram limpos, mas ela ainda deverá passar por um processo de reabilitação da fala.

Na aldeia Jutuarana, moram 35 pessoas distribuídas em cinco casas de madeira, todos parentes da menina apurinã. A terra de 5.000 hectares está homologada. O lugar fica a uma hora e meia de voadeira (canoa com motor de popa) pelo rio Manacapuru.

O grupo, que fala a língua aruaque, é originário da região do médio Purus, na qual estão espalhados os outros apurinãs. A população total no Amazonas e Rondônia é de 4.087 índios (dado da Funasa).

Violência

O caso está sendo investigado pela PF (Polícia Federal) a pedido da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), embora a Coiab o trate como questão cultural.

Segundo a coordenadora de saúde da Coiab, Ana Lúcia Salazar, as apurinãs mantêm relações sexuais a partir da primeira menstruação. "A gravidez da menina apurinã não é tratada como um crime, é tratada como um rito cultural, elas engravidam cedo", disse.

Para a Funasa, o agressor deve ser localizado e preso de acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). "O ECA vale para os índios também", disse coordenador da Funasa no Estado, Francisco Aires.


7 julho, Gazeta do Povo, Menina índia de 9 anos tem bebê em Manaus, (Voltar).

Por três meses, uma menina índia de 9 anos da tribo apurinã, do Amazonas, brincou com as bonecas que ganhou de funcionários do hospital Moura Tapajós, de Manaus. Sorridente, mas calada, passava horas fingindo estar alimentando a boneca. Na quarta-feira, às 16h33m, após uma gravidez que ameaçou ser de alto risco, ela deu à luz sua primeira filha, uma menina que nasceu pesando pouco mais de dois quilos e medindo 42cm. As duas crianças passam bem.

A criança-mãe está numa enfermaria, com outras três pacientes, com as quais já fez amizade. A criança-filha está numa UTI, onde deve permanecer de 30 a 45 dias. A menina nasceu, como era esperado pela equipe que acompanhou a gravidez, com peso abaixo do normal e precisa de acompanhamento. A antecipação da cirurgia pegou a todos de surpresa.

- A cesariana seria na sexta-feira. Íamos transferi-la para o Hospital Balbina Mestrinho, que tem mais recursos, mas ela entrou em trabalho de parto e tivemos que agilizar a cirurgia - disse a diretora-clínica do hospital Moura Tapajós, Christiane Marie, que acompanha o caso.

A índia chegou ao hospital dia 30 de março, trazida do município de Manacaparu pela irmã de 19 anos e por uma enfermeira da Casa do Índio, de Manaus. Grávida de seis meses, a menina tremia com 40 graus de febre, ocasionada pela malária e pela pneumonia.

Segundo a médica, ela chegou chorando, nervosa e sem entender direito o que estava acontecendo. Suspeitava-se que ela era surda, mas o que havia era uma espécie de tampão de cera no ouvido, que a impedia de ouvir.

No hospital, a menina passou a receber cuidados multidisciplinares, com psicólogos, assistentes sociais, pedagogos, fisioterapeutas e pediatras. Além disso, passou a receber carinho. Ela sempre se recusou a falar sobre a gravidez.

O Ministério Público solicitou a antropólogos que investiguem se a prática de violação de mulheres após a primeira menstruação é comum na tribo apurinã ou se ela foi vítima de estupro. Ainda não há conclusão a respeito. A menina se mantém calada quando fala no assunto.

A aldeia em ela morava é pequena, pouco mais de cinco casas, na área de influência do gasoduto Coari-Manaus. A menina nunca perguntou sobre parentes da aldeia. Após se recuperar da anemia, passou a manter uma rotina acompanhada pelos especialistas do hospital, que ia desde um acompanhamento nutricional até fisioterapia.

A menina ganhou um enxoval completo para bebê e algumas bonecas, que, junto com a TV, foram o passatempo nos três meses anteriores ao parto.

- Ela acabou tendo uma gravidez quase normal, ainda mais levando em conta as doenças que tinha - diz Christiane.

A médica achava que seria possível esperar mais um pouco para definir a cirurgia, mas o trabalho de parto veio antes do previsto. A menina não tinha passagem pélvica para o parto normal, por isso a cesariana foi feita em caráter de urgência.

O futuro da menina ainda não foi definido. Depois dos 45 dias na enfermaria do hospital, ela deve voltar à aldeia.

- Estamos nos reunindo com várias entidades para decidir qual a melhor decisão a ser tomada - disse o coordenador da Funai Edgar Fernandes.

A menina já pôde ver a filha. Ainda não a tomou nos braços nem deu de mamar. Apenas olhou de longe, através do vidro da UTI. Já tem consciência de que é mãe, mas ainda vai passar por um intenso trabalho com psicólogos do hospital.

- É uma criança que virou mulher, mas ainda nem sabe disso - resume a médica.

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