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14/12/05, Petrobras, CDC Sign Contract for Marlim Leste P-53 FPSO, (Source).
17/08/06, Assinado contrato para a instalação no RS do maior dique seco do país, (Source).
14/12/05, Petrobras, CDC Sign Contract for Marlim Leste P-53 FPSO, (Back).
Brazil's federal energy company Petrobras (NYSE: PBR) signed a contract with special purpose company CDC to build the topside of the P-53 floating production, storage and offloading (FPSO) vessel that will produce oil at the Marlim Leste field in the Campos basin, Petrobras said in a statement. Petrobras leased the P-53 from CDC, which in turn hired a group made up of Brazilian engineering companies Queiroz Galvão, Ultratec and IESA to convert the Settebello ship into the FPSO.
The P-53 will have capacity to produce 180,000 barrels of oil and 6 million cubic meters of natural gas a day. Britain's Rolls Royce will supply the power generation unit and US engineering company Dresser-Rand will provide the natural gas compression unit.
CDC will invest about US$950mn in the FPSO, which is scheduled to start producing oil in Marlim Leste in 2008.
Marlim Leste is 120km off the coast of Rio de Janeiro state at a water depth of 1,250 meters. Heavy crude was discovered there in 1987. According to the original Marlim Leste project, the P-53 will be linked to 15 production wells and nine injection wells.
Output will be taken to shore through an underwater line and a pumping platform known as PRA-1 that has also been contracted by Petrobras.
The P-53 will replace current trial production that is being carried out on the fixed P-26 platform.
17/08/06, Assinado contrato para a instalação no RS do maior dique seco do país, (Back).
O governador participou, nesta quinta-feira (17), em Rio Grande, juntamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de solenidade de assinatura do contrato para a implantação do maior dique seco do país pelo consórcio que une a empresa WTorre e o Estaleiro Rio Grande, a Rio Bravo Investimentos, a Quip e a Petrobras. O evento ocorreu após visita dos dois governantes às obras de construção da Plataforma P-53, que abriu as portas para a retomada da indústria naval no Estado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o papel do governo estadual na consolidação do processo. "É um investimento extraordinário para o RS, um dos estados mais preparados pela sua formação cultural e pela qualificação de sua mão-de-obra para tornar-se um centro de fabricação de plataformas e de navios, uma vez que aqui teremos o maior dique seco do país, além de contar com a decisão do governo gaúcho que deu os incentivos para que a empresa pudesse vir para cá e não para outros estados que disputavam o empreendimento", disse o presidente.
"Trata-se de um passo importante para a economia gaúcha, que iniciou com a decisão acertada do governo federal em construir no país as novas plataformas de exploração petrolífera e navios para a Petrobras, e que passou por um trabalho de vários meses para a formatação dos incentivos e a garantia do local, que permitiram nossa competitividade frente a outros estados e a participação da prefeitura de Rio Grande", disse o governador.
Incentivos
O secretário de Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, Luis Roberto Ponte, ressaltou que a garantia de uma área no Porto de Rio Grande foi um dos fatores mais relevantes para a conquista. "Nós conseguimos que uma empresa liberasse o terreno para a implantação da construção da plataforma e permitimos, com o aval do Patrimônio da União e do Ministério do Planejamento, o repasse de mais uma área contígua, onde está sendo instalado o dique seco, com maior calado e infra-estrutura", afirmou.
Uma parte do terreno onde será construído o dique seco pertencia à União e outra ao Estado. O governo federal cedeu o espaço de sua propriedade, e o Estado transferiu a área total para o Estaleiro Rio Grande, controlado pela WTorre Engenharia, empresa responsável pela construção do dique. De acordo com Ponte tanto a questão do terreno quanto a dos incentivos foram fundamentais para que a P-53 e o dique seco viessem para o Rio Grande do Sul. O secretário destacou que para neutralizar a estratégia do Rio de Janeiro, que queria a plataforma, o Estado isentou a P-53 de ICMS nos insumos adquiridos para a produção da plataforma e na ida para o campo de exploração de petróleo.
Obras
As obras de infra-estrutura do dique seco, com início previsto para o final de outubro deste ano, possibilitam a abertura de 350 novos empregos. Após a conclusão da obra, no prazo de dois anos, serão criados 4 mil postos de trabalho para a construção de novas plataformas. O investimento do Estaleiro Rio Grande com a construção será de R$ 222,8 milhões. A existência de um dique seco é estratégica, já que o Brasil ainda não dispõe de instalação deste tipo que permita a manutenção e reparos de plataformas semi-submersíveis de grande porte. Esses serviços têm sido realizados no Exterior, com significativo aumento de custos, deixando de gerar emprego e renda no mercado interno.
Além do dique, com dimensão de 130m x 140m e calado de 13,8 metros, a infra-estrutura terá ainda cais, oficinas de processamento de aço e áreas de apoio. Está prevista, no período de 12 anos, a construção de quatro cascos de plataformas flutuantes de grande porte, dos tipos semi-submersível ou mono-coluna. Entre as plataformas que podem ser construídas no estaleiro estão a P-55 e P-56, para os campo de Roncador e Marlim Sul, ambos na Bacia de Campos (RJ).
Mão-de-obra
O Governo do Estado, em parceria com o Senai/RS, promoveu diversos cursos de formação de mão-de-obra para atuação na plataforma P-53 e no dique seco, além de garantir o máximo de contratações de empresas e empregos do Rio Grande do Sul. Até agora, por decisão da Consulta Popular, foram investidos R$ 1,2 milhão na qualificação de trabalhadores, dos quais 2.660 já se formaram em cursos organizados pelo programa Qualificando o Trabalhador, executados pelo Senai/RS. Dos formandos, 1.320 trabalhadores receberam certificado no município de Pelotas. Os outros 1.340 certificados foram entregues para trabalhadores em Rio Grande.
P-53
Destinada ao campo de Marlim Leste, na Bacia de Campos, a P-53 terá capacidade para produzir 180 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás por dia. Sua construção vai gerar 4 mil empregos diretos. A Quip - empresa constituída com o fim específico de construção da P-53 e que tem como acionistas a Construtora Queiroz Galvão, a Ultratec e Iesa - se instalou no Porto Novo de Rio Grande em área assegurada pelo Governo do Estado de 27,4 hectares. Nela, serão feitos módulos da plataforma e montagem final no local até o ingresso da plataforma no oceano.
A empresa Metasa, de Marau, está produzindo seis módulos para a plataforma de prospecção de petróleo, que serão instalados em Rio Grande. As estruturas, de 4 mil toneladas, são parte de um investimento de US$ 10,5 milhões da Petrobras. Participaram também da cerimônia o secretário do Meio Ambiente, Claudio Dilda, superintendente do Porto de Rio Grande, Vidal Áureo Mendonça, o prefeito de Rio Grande, Janir Branco, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o diretor da área de Serviços da Petrobras, Renato Duque.
(Back)
17/08/06, Assinado contrato para a instalação no RS do maior dique seco do país, (Source).
14/12/05, Petrobras, CDC Sign Contract for Marlim Leste P-53 FPSO, (Back).
Brazil's federal energy company Petrobras (NYSE: PBR) signed a contract with special purpose company CDC to build the topside of the P-53 floating production, storage and offloading (FPSO) vessel that will produce oil at the Marlim Leste field in the Campos basin, Petrobras said in a statement. Petrobras leased the P-53 from CDC, which in turn hired a group made up of Brazilian engineering companies Queiroz Galvão, Ultratec and IESA to convert the Settebello ship into the FPSO.
The P-53 will have capacity to produce 180,000 barrels of oil and 6 million cubic meters of natural gas a day. Britain's Rolls Royce will supply the power generation unit and US engineering company Dresser-Rand will provide the natural gas compression unit.
CDC will invest about US$950mn in the FPSO, which is scheduled to start producing oil in Marlim Leste in 2008.
Marlim Leste is 120km off the coast of Rio de Janeiro state at a water depth of 1,250 meters. Heavy crude was discovered there in 1987. According to the original Marlim Leste project, the P-53 will be linked to 15 production wells and nine injection wells.
Output will be taken to shore through an underwater line and a pumping platform known as PRA-1 that has also been contracted by Petrobras.
The P-53 will replace current trial production that is being carried out on the fixed P-26 platform.
17/08/06, Assinado contrato para a instalação no RS do maior dique seco do país, (Back).
O governador participou, nesta quinta-feira (17), em Rio Grande, juntamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de solenidade de assinatura do contrato para a implantação do maior dique seco do país pelo consórcio que une a empresa WTorre e o Estaleiro Rio Grande, a Rio Bravo Investimentos, a Quip e a Petrobras. O evento ocorreu após visita dos dois governantes às obras de construção da Plataforma P-53, que abriu as portas para a retomada da indústria naval no Estado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o papel do governo estadual na consolidação do processo. "É um investimento extraordinário para o RS, um dos estados mais preparados pela sua formação cultural e pela qualificação de sua mão-de-obra para tornar-se um centro de fabricação de plataformas e de navios, uma vez que aqui teremos o maior dique seco do país, além de contar com a decisão do governo gaúcho que deu os incentivos para que a empresa pudesse vir para cá e não para outros estados que disputavam o empreendimento", disse o presidente.
"Trata-se de um passo importante para a economia gaúcha, que iniciou com a decisão acertada do governo federal em construir no país as novas plataformas de exploração petrolífera e navios para a Petrobras, e que passou por um trabalho de vários meses para a formatação dos incentivos e a garantia do local, que permitiram nossa competitividade frente a outros estados e a participação da prefeitura de Rio Grande", disse o governador.
Incentivos
O secretário de Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, Luis Roberto Ponte, ressaltou que a garantia de uma área no Porto de Rio Grande foi um dos fatores mais relevantes para a conquista. "Nós conseguimos que uma empresa liberasse o terreno para a implantação da construção da plataforma e permitimos, com o aval do Patrimônio da União e do Ministério do Planejamento, o repasse de mais uma área contígua, onde está sendo instalado o dique seco, com maior calado e infra-estrutura", afirmou.
Uma parte do terreno onde será construído o dique seco pertencia à União e outra ao Estado. O governo federal cedeu o espaço de sua propriedade, e o Estado transferiu a área total para o Estaleiro Rio Grande, controlado pela WTorre Engenharia, empresa responsável pela construção do dique. De acordo com Ponte tanto a questão do terreno quanto a dos incentivos foram fundamentais para que a P-53 e o dique seco viessem para o Rio Grande do Sul. O secretário destacou que para neutralizar a estratégia do Rio de Janeiro, que queria a plataforma, o Estado isentou a P-53 de ICMS nos insumos adquiridos para a produção da plataforma e na ida para o campo de exploração de petróleo.
Obras
As obras de infra-estrutura do dique seco, com início previsto para o final de outubro deste ano, possibilitam a abertura de 350 novos empregos. Após a conclusão da obra, no prazo de dois anos, serão criados 4 mil postos de trabalho para a construção de novas plataformas. O investimento do Estaleiro Rio Grande com a construção será de R$ 222,8 milhões. A existência de um dique seco é estratégica, já que o Brasil ainda não dispõe de instalação deste tipo que permita a manutenção e reparos de plataformas semi-submersíveis de grande porte. Esses serviços têm sido realizados no Exterior, com significativo aumento de custos, deixando de gerar emprego e renda no mercado interno.
Além do dique, com dimensão de 130m x 140m e calado de 13,8 metros, a infra-estrutura terá ainda cais, oficinas de processamento de aço e áreas de apoio. Está prevista, no período de 12 anos, a construção de quatro cascos de plataformas flutuantes de grande porte, dos tipos semi-submersível ou mono-coluna. Entre as plataformas que podem ser construídas no estaleiro estão a P-55 e P-56, para os campo de Roncador e Marlim Sul, ambos na Bacia de Campos (RJ).
Mão-de-obra
O Governo do Estado, em parceria com o Senai/RS, promoveu diversos cursos de formação de mão-de-obra para atuação na plataforma P-53 e no dique seco, além de garantir o máximo de contratações de empresas e empregos do Rio Grande do Sul. Até agora, por decisão da Consulta Popular, foram investidos R$ 1,2 milhão na qualificação de trabalhadores, dos quais 2.660 já se formaram em cursos organizados pelo programa Qualificando o Trabalhador, executados pelo Senai/RS. Dos formandos, 1.320 trabalhadores receberam certificado no município de Pelotas. Os outros 1.340 certificados foram entregues para trabalhadores em Rio Grande.
P-53
Destinada ao campo de Marlim Leste, na Bacia de Campos, a P-53 terá capacidade para produzir 180 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás por dia. Sua construção vai gerar 4 mil empregos diretos. A Quip - empresa constituída com o fim específico de construção da P-53 e que tem como acionistas a Construtora Queiroz Galvão, a Ultratec e Iesa - se instalou no Porto Novo de Rio Grande em área assegurada pelo Governo do Estado de 27,4 hectares. Nela, serão feitos módulos da plataforma e montagem final no local até o ingresso da plataforma no oceano.
A empresa Metasa, de Marau, está produzindo seis módulos para a plataforma de prospecção de petróleo, que serão instalados em Rio Grande. As estruturas, de 4 mil toneladas, são parte de um investimento de US$ 10,5 milhões da Petrobras. Participaram também da cerimônia o secretário do Meio Ambiente, Claudio Dilda, superintendente do Porto de Rio Grande, Vidal Áureo Mendonça, o prefeito de Rio Grande, Janir Branco, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o diretor da área de Serviços da Petrobras, Renato Duque.
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